segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A ESCRITA DOS CÁLCULOS E AS TÉCNICAS OPERATÓRIA






 Para auxiliar os professores a inserir a matemática no meio escolar, despertando o interesse e compreensão dos alunos de forma lúdica, abordaremos as técnicas operatórias abordadas por dois autores da matemática, que proporcionou assim uma visão diferenciada da matemática aos alunos, são estes: Constance Kammi e Malba Tahan (Júlio Cesar de Mello e Souza).
Na pesquisa segundo a teória da autora Kamii Constance, o jogo no ensino da matemática tem finalidade de contribuir no conhecimento ampliando o raciocínio da criança, este faz com que a interação dos mesmos aconteça enriquecendo a atividade principalmente nos trabalho que são realizado em grupo, respeitando o limite de regras do grupo. Desde pequenas as crianças vivem em constante contato com a matemática. No primeiro capitulo, baseia-se em encorajar a criança a estar alerta e colocar todos os tipos de objetos, eventos e ações em todas as espécies de relações, uma vez que a criança que pensa ativamente na sua vida diária, pensa também sobre muitas coisas simultaneamente.
Segundo Kamii (1990), “O objetivo de ensinar o número é o da construção que a criança faz da estrutura mental do número”. O professor deve priorizar o ato de encorajar a criança a pensar autonomamente em todos os tipos de situação. A criança não constrói o número fora do seu contexto geral ou do seu pensamento no dia-a-dia. Portanto, para as crianças pequenas não existe distinção entre trabalho e jogo. Cabem ao professor buscar formas de ensinar que maximizem os pontos comuns existentes entre essas duas atividades, trazendo-os para o contexto escolar para serem realizados em grupo.
Ainda com relação ao jogo como recurso para auxiliar a aprendizagem, Kamii diz que “a criança precisa ser encorajada na troca de ideias sobre como querem jogar e mostra diversos modelos de jogos e brincadeiras que podem ser aproveitados na aprendizagem da criança: dança das cadeiras, jogos com tabuleiros, jogos de baralho, jogos com bolinha de gude, jogos da memória, etc...” O jogo com alvos, como bolinhas de gude e o de boliche, é bom para a contagem de objetos e a comparação de quantidades, o jogo de esconder envolve divisão de conjuntos, adição e subtração, as corridas e brincadeiras de pegar, envolvem quantificação e ordenação de objetos, os jogos de tabuleiros, são usados para trabalhar também na construção de quantificação, os jogos de baralho desenvolvem o pensamento lógico e numérico. O trabalho com jogos requer também a atenção do professor, no intuito de identificar os objetivos a serem alcançados e escolher o jogo certo para a compreensão de cada conceito matemático.



Referencias Bibliográficas
Livro - A criança e o numero de Constance Kamii
Livro – O homem que Calculava de Malba Tahan

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